Estranhos estes tempos em que o encontro ao acaso é cada vez mais difícil de acontecer. As coisas são cortadas de maneiras brutas, bruscas e não há continuidade, nem luto, nem separação. Parece uma incisão de bisturi mesmo e cada um que olhe para sua própria ferida. Não é questão que todos tenham que olhar para a ferida dos outros, mas estar junto com o outro pode ser uma maneira de tornar o corte como mais um corte e não O corte. Estar junto tem suas qualidades, mas até que ponto uma ferida pode assumir estar em dois corpos?
Também se fechar é algo tentador, criar seu pequeno mundo-bolha; mas ao mesmo tempo pode ser reparador - repara-a-dor. Estranho também que outra pessoa queira que se crie uma bolha entre duas, achando que assim se conserva a ferida, a história.
Histórias assim como marcas foram vividas, experimentadas e são reinterpretadas quando contadas a outros. Passado não se apaga, só se muda de idéia de como ele foi.
Também se fechar é algo tentador, criar seu pequeno mundo-bolha; mas ao mesmo tempo pode ser reparador - repara-a-dor. Estranho também que outra pessoa queira que se crie uma bolha entre duas, achando que assim se conserva a ferida, a história.
Histórias assim como marcas foram vividas, experimentadas e são reinterpretadas quando contadas a outros. Passado não se apaga, só se muda de idéia de como ele foi.
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