terça-feira, 25 de setembro de 2012
Tudo o que queria
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Passou
passed out
passed
not erased, but gone.
who i am
is from the past
i was by feet
now i´m learning to fly.
sábado, 2 de junho de 2012
Algo assim
nada que revele o que posso desejar
não há oculto para se ver
daquilo que se atribui ao exterior.
domingo, 29 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
Você?
Não sabia o que pensar. Comecei pontualmente, pensando naquelas respostas que eu queria. Mas de que adiantariam, se eu não sei o que farei com elas? a diversidade delas não me importa tanto quanto as perguntas. Preciso mudar as perguntas. Acho que esta pergunta que me foi dada foi certeira e agradeço por ela.
Fiz uma retrospectiva minha e percebi que eu me assustaria com o espectro que estou hoje. Nunca pensaria neste norte há 5 ou mesmo 3 anos atrás. Hoje me agradeço por estar me fazendo desse jeito. Preparada? nunca estive, mas sempre topei. Agora, com isso, não será diferente. Que venham novos nortes com as escolhas-encruzilhadas.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Desejos-orações
que minha angústia não me paralise, amém!
que eu gire a cabeça, rodopie com o corpo e possa movimentar a vida. Amém.
que eu possa sentir minha presença. amém.
que eu possa me sentir viva em muitos momentos, mas que não me sinta morta com a ausência de outro, mas de mim mesma. amém.
que eu possa rechear de animais, seres que não existam e flores que eu imagine a minha alma. se tiver música, que eu a escolha, mas pode ser também substituível com o som do vento. amém.
que por eu possa ser algo próxima de um respeito e cuidado a mim mesma. amém!
se tiver que escolher alguma cena da minha vida como minha marca, que seja algo leve como uma brisa. ou, que eu seja uma brisa. amém.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
No dia em que você foi, eu fiquei.
No dia em que me ausentei, me senti falta.
No dia em que eu senti múltipla, eu só senti eu.
No dia em que eu olhei pra trás, só vi distância.
No dia em que luto, estarei comigo.
No dia em que estarei comigo, não me verei sozinha.
No dia em que não me sentir sozinha, me liberto.
domingo, 25 de março de 2012
Então vamos ao exercício mental - eu, 27 anos e meio:
Se eu fosse eu aos 25 anos: nossa, o que apostei deu certo, e viva a vida com experiência! mas precisava exagerar assim? com dilemas tão humanos?
aos 20 anos: eu? tem certeza? meu mundo é esse, as coisas se encaixam e tudo dá certo. Pequenas dores, grandes certezas.
aos 15 anos: uau! vai ser bem mais agitado que imaginava! vou ter alguma correspondência no amor! rsrs
aos 10 anos: tia, você é esquisita, gosta um tanto de sofrer, né? eu gosto é de comer!
aos 5 anos: nossa, eu posso viver, eu vivo!
ao escolher reeencarnar: sim, meu Pai, vou com a tarefa da paciência e de aceitar as minhas e as escolhas dos outros. É, eu sei, pode demorar a vida toda e ainda eu me achar sozinha pra tudo, mesmo sem ter tanto problema com relacionamentos!
E a que me deu síncope interna: se eu fosse eu em outra vida: nega, donde é que tudo isso vai parar, numa novela? ou num novelo?
Sem mais, porque isso nem passa perto de uma piada, mas a piada da vida.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Hoje e outros
Muitas pessoas já passaram, aquelas que achei serem importantes e só aquelas fundamentais ao acaso é que ficaram. Esse misto de tudo querer ser eterno fica repetitivo como é o ser humano. Difícil mesmo é ver graça em pequenas mudanças na repetição helicoidal. Difícil mesmo é a sobrevivência no cotidiano.
sábado, 7 de janeiro de 2012
RelaSÃO
As que confluem me acalmam, mostram que o que penso não é tão absurdo assim, que o que posso é possível de ser vivido; enquanto as que vão pontilhando é aquelas que ficam em suspenso: será que elas serão continuadas ou vão tomando mais espaço entre elas? Eu não sei e agora não me angustia que rumo tomar nem tentar controlar o que virá. Umas se arrastam: chego perto e me pergunto: e dái? tem como dar nó, cortar ou fazer qualquer coisa? daí mexo um pouco e vejo que por vezes tem o incômodo de ser mexida. Mas eu quero ser mexida e mexer. Daí tô começando usar as palavras como um elástico, para que a tensão crie algo, que me desafie, marque.
E não é questão de não ter marcas, mas de vivênciá-las. VIVEnciar. Porque as relações não são mapas...